O mais tardar pela segunda dinastia, o comércio do Antigo Egito com Biblos rendeu uma fonte crítica de madeira de boa qualidade não encontrada no Egito. Pela quinta dinastia, o comércio com Punt abasteceu o Egito com ouro, resinas aromáticas, ébano, marfim, animais silvestres, como macacos e babuínos. O Egito realizou comércio com a Anatólia para adquirir quantidades essenciais de estanho bem como para o fornecimento suplementar de cobre, dois metais que são necessários para a fabricação de bronze. Os antigos egípcios valorizaram a pedra azul lápis-lazúli, que tinha de ser importada do distante Afeganistão. Os parceiros do Egito no comércio Mediterrâneo também incluem Creta e a Grécia, que fornecia, entre outras mercadorias, suprimentos de azeite. Em troca de suas importações de luxo e de matérias-primas, o Egito exportava principalmente grãos, ouro, linho e papiro, além de outros produtos acabados, incluindo objetos de vidro e pedra.
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Comércio
O mais tardar pela segunda dinastia, o comércio do Antigo Egito com Biblos rendeu uma fonte crítica de madeira de boa qualidade não encontrada no Egito. Pela quinta dinastia, o comércio com Punt abasteceu o Egito com ouro, resinas aromáticas, ébano, marfim, animais silvestres, como macacos e babuínos. O Egito realizou comércio com a Anatólia para adquirir quantidades essenciais de estanho bem como para o fornecimento suplementar de cobre, dois metais que são necessários para a fabricação de bronze. Os antigos egípcios valorizaram a pedra azul lápis-lazúli, que tinha de ser importada do distante Afeganistão. Os parceiros do Egito no comércio Mediterrâneo também incluem Creta e a Grécia, que fornecia, entre outras mercadorias, suprimentos de azeite. Em troca de suas importações de luxo e de matérias-primas, o Egito exportava principalmente grãos, ouro, linho e papiro, além de outros produtos acabados, incluindo objetos de vidro e pedra.